Para além do "Dia da Mentira": líder religiosa alerta que engano é pecado sem graduação e causa "morte espiritual"

Publicada em: 01/04/2026 12:10 -

Foto reprodução 

 

Pastora Patrícia Andrade, da Comunidade Evangélica Projeto de Deus, enfatiza que a prática da mentira fere mandamento bíblico e gera escravidão, contrastando com a liberdade encontrada em Cristo, a Verdade.

 

Enganar o próximo é uma violação grave aos preceitos divinos, não havendo na Bíblia qualquer distinção entre mentiras pequenas ou grandes. É o que adverte o livro de Provérbios, ao afirmar que os lábios enganosos desagradam profundamente a Deus, enquanto os sinceros são motivo de alegria.

 

Em meio à data marcada por brincadeiras e falsidades, a pastora Patrícia Andrade, líder da Comunidade Evangélica Projeto de Deus, no Rio de Janeiro, ressalta que a escolha pelo engano resulta em morte espiritual, sendo este o preço do pecado. Ela explica que quem opta por viver na falsidade está deliberadamente afastado dos caminhos divinos, gerando ruína para a própria alma. A líder religiosa recorda que o mandamento de não dar falso testemunho está entre os dez pilares da lei divina e não admite exceções, sendo a desobediência a essas ordens caracterizada como pecado, cuja consequência final é a separação de Deus.

 

A pastora também enfatiza que Cristo é a própria verdade, e quem persiste no engano demonstra não estar em comunhão com Ele. Segundo ela, a prática da mentira revela a verdadeira natureza interior de uma pessoa e a torna herdeira da malignidade, estando em desobediência. Ela complementa que, na esfera espiritual, não há espaço para neutralidade: ou se está na luz da verdade ou nas trevas do erro. A mentira, de acordo com a líder, escraviza quem a pratica, construindo um cativeiro do qual só a verdade pode libertar.

 

A especialista ainda cita exemplos bíblicos que ilustram os estragos causados pela falsidade, como o caso de Jacó, que enganou o próprio pai e precisou fugir; José, que foi preso injustamente por uma acusação mentirosa; e o casal Ananias e Safira, que sofreu morte imediata após tentar enganar a igreja primitiva. O teólogo Ariovaldo Ramos reforça que não existe mentira benéfica e que toda trama oculta será um dia exposta.

 

Por fim, a pastora Patrícia faz um apelo para que as pessoas abandonem o engano, busquem o arrependimento e escolham viver na transparência, que leva à verdadeira justiça e restauração do relacionamento com Deus.

FONTE: Kadoshwr com informações da comunhão 

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