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Longa "Dark Horse" (O Azarão) retrata ex-presidente como herói improvável e estreia em data simbólica, que marca atentado de 11 de setembro e condenação de Bolsonaro pelo STF.
O ator Jim Caviezel revelou que o filme "Dark Horse" (O Azarão), em que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro, será lançado nos cinemas em 11 de setembro de 2026. O anúncio foi feito nas redes sociais do artista, que também publicou um cartaz e fez um chamado direto ao público: "Se você se importa com as nossas eleições, assista ao meu mais novo filme que vai sair em 11 de setembro de 2026!".
A data escolhida desperta atenção por carregar dois significados fortes: é o aniversário dos ataques às Torres Gêmeas nos EUA, em 2001, e também marca a condenação de Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal em 2025 a 27 anos e três meses de prisão, por crimes como tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático de Direito.
Produzido pelo deputado Mário Frias e dirigido por Cyrus Nowrasteh, o longa é inspirado no texto "Capitão do Povo", de Frias, e tem a intenção de mostrar Bolsonaro como um azarão que vence obstáculos até conquistar a eleição presidencial de 2018. A trama combina fatos reais com ficção, tendo como ponto central o atentado à faca sofrido por ele durante a campanha em Juiz de Fora (MG).
Gravado em inglês, com elenco majoritariamente internacional, o filme aborda episódios polêmicos da trajetória política do ex-presidente. Já estão confirmados Marcus Ornellas como Flávio Bolsonaro, Sérgio Barreto como Carlos Bolsonaro e Eddie Finlay como Eduardo Bolsonaro. A atriz Camille Guaty foi vista nas gravações interpretando Michelle Bolsonaro, mas sua escalação ainda não foi oficializada.

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Antes mesmo da estreia, a produção já gerou controvérsia. Em dezembro de 2025, o primeiro teaser usou sem permissão a música "Survivor", do grupo Destiny’s Child, ligado a Beyoncé. A irregularidade foi confirmada por um representante da organização BeyGOOD, que afirmou que medidas legais seriam tomadas para a remoção do material.
As filmagens ocorreram sob forte sigilo, com proibição do uso de celulares e rígido controle de informações. A estratégia visava evitar vazamentos sobre um projeto que, desde o início, desperta interesse tanto no meio artístico quanto no político.
FONTE: Kadoshwr com informações da comunhão


